Bom dia.
Sou Ricardo Martins (n. 1974), no concelho de Rio Maior, bem perto das Salinas, ponto de maior interesse do meu concelho, que todos convido a visitar.
Sou sócio do Moto Clube de Rio Maior, cuja sede se situa precisamente numa das casas típicas das Salinas.
Como muitos, comecei a andar de 2 rodas motorizadas aos 12 anos, numa Casal do meu avô e numa Zündapp do meu pai.
Aos 14 anos fui presenteado com uma DT 50 LC, que ainda mantenho.
Depois de alguns anos apenas com a DT para dar umas voltas pelo campo, comprei em 2003 uma Kawasaki ZZR 600, de 1992, que vendi em 2009.
Depois de mais de 5 anos sem moto, comprei em Janeiro 2014, uma Yamaha FJR 1300.
Portanto, não sou um proprietário de uma Triumph, mas sou um enorme simpatizante da marca, não estando completamente fora de hipótese vir a ter uma.
Gosto da Triumph por diversas razões:
- Sou um britófilo assumido: já tive oportunidade de fazer alguns milhares de kms de carro e comboio pelas ilhas: (conheço a Inglaterra, a Escócia, o País de Gales e a Irlanda do Norte)
- Pelo que a Triumph representa em termos históricos
- Pela estética das motas
- Pelo som dos motores tri.
- Pelo poder da presença das motos
- Porque me sinto contente pela cada vez maior pujança da indústria europeia.
Tive a oportunidade de conhecer no Lés a Lés, o Presidente António Reis, que a pouco e pouco tem ajudado a gostar cada vez mais da marca, além de, claro, de um primo meu que tem uma lindissma Tiger 800, com quem tenho partilhado bons momentos.
Por enquanto, e perdoem-me, fico-me pela minha potente sport-touring Yamaha FJR 1300 até recompor a minha conta bancária. Um dia, quem sabe, pode ser que venha uma Trophy.
Aos senhores representantes da marca que tenham a oportunidade de ler esta minha apresentação tenho uma sugestão, para mim deve ser levada em consideração urgentemente:
- Trabalhem arduamente no serviço pós-venda, como a BMW por exemplo.
Será que as motos BMW não têm problemas? Têm, pois, mas a BMW é excelente a abafar os problemas.
No entanto, ouço e leio recorrentemente falar de problemas de algumas Triumph que não são bem tratados pela marca.
No meu entender, ao mínimo problema, a marca não tem que discutir nada com o cliente. Tem que lhe resolver o problema de imediato e não deixar que o falatório alastre. Nem que lhe dê uma mota nova.
A marca só venderá se o mercado tiver confiança nela.
Obrigado pela vossa atenção e boas curvas.