Ora então vamos lá estragar a belíssima crónica do Cobra metendo aqui pelo meio as poucas fotos de telemóvel que tirei neste dia.
Pois... é que a câmera fotográfica ficou em cima da mesa da sala. Lá e que ela fazia falta num dia como este.
Eram já 6H30 da manhã quando saí de casa. Sabendo que a saída da Segunda Circular estava prevista para as 07H00, estava já um pouco em cima da hora.
Depois de sairmos do local de encontro 15 minutos depois do que estava previsto, lá tive que rolar um pouco mais solto pela A1 até ao nó de Torres Novas, onde apanharíamos a A23, para logo na primeira saída nos encontrarmos com o Pedro.
Depois de um imprevisto nessa paragem, lá tivemos que passar por causa do Pedro para endireitar um selector de mudanças e seguir então viagem até Dornes onde nos encontraríamos com o António Reis.
De facto, sempre que passo por esta zona, faço questão de fazer um desvio, não só para passar em Dornes, mas também para uma paragem na junto da Igreja, local de onde temos uma vista privilegiada.

Rota do Açor - Aldeias de Xisto (16MAR2014)

Rota do Açor - Aldeias de Xisto (16MAR2014)

Rota do Açor - Aldeias de Xisto (16MAR2014)

Rota do Açor - Aldeias de Xisto (16MAR2014)

Rota do Açor - Aldeias de Xisto (16MAR2014)
Daqui seguimos caminho, por Cernache onde estava difícil chegar devido a um aluimento de terras e consequente desvio que tinha que se fazer.
Já para encontrar o IC8, tive um pequeno desatino com o GPS, o que nos obrigou a umas inversões de marcha.
Depois de sair do IC8 em Pedrógão, lá apanhámos a N2 para Alvares. E aqui começa a diversão à séria.
Aquilo parece um autêntico parque infantil, mas para adultos.... OK, sem bailarinas nem varões. Mas uma estrada de tirar o fôlego.
Numa primeira fase entre Alvares e a N112 (que vem de Góis para a Pampilhosa). Até lá é sempre a subir com curvas fechadas. Já depois de entrar na N112 em direcção à Pampilhosa da Serra, rola-se um pouco mais solto, com uma paisagem belíssima e uma estrada com um excelente tapete e curvas que se fazem em total segurança.
Pouco antes de chagarmos à Pampilhosa da Serra, viramos à esquerda para Fajão. Até lá, temos a "companhia" de inúmeras eólicas, com muitas curvas pelo caminho.
Chegando a Fajão, segue-se por Ponte de Fajão e daí começamos a subir a Serra do Açor até ao topo, seguindo depois encosta abaixo para o Piódão. Todo este percurso é uma alegria para qualquer motociclista.
Chegados ao Piódão, foi altura de procurar um tasco para almoçar. Com os primeiros dias de sol, muita gente decide passear e realmente arranjar mesa não foi fácil. Mas como para comer há sempre tempo, lá aguardámos por uma mesa.
Aqui temos algumas imagens que estão longe de representar toda a beleza daquele lugar:

Rota do Açor - Aldeias de Xisto (16MAR2014)

Rota do Açor - Aldeias de Xisto (16MAR2014)

Rota do Açor - Aldeias de Xisto (16MAR2014)

Rota do Açor - Aldeias de Xisto (16MAR2014)

Rota do Açor - Aldeias de Xisto (16MAR2014)

Rota do Açor - Aldeias de Xisto (16MAR2014)
Depois de recompostos os estômagos, tempo para uma breve passagem por Foz d' Égua, com a sua curiosa ponte suspensa.

Rota do Açor - Aldeias de Xisto (16MAR2014)

Rota do Açor - Aldeias de Xisto (16MAR2014)

Rota do Açor - Aldeias de Xisto (16MAR2014)

Rota do Açor - Aldeias de Xisto (16MAR2014)
Estava ainda prevista uma passagem pela Aldeia das Dez, mas o tempo começava a apertar e o caminho até Lisboa ainda era longo.
Lá nos dirigimos então até à Cascata da Fraga da Pena, passando pela Mata da Margaraça:

Rota do Açor - Aldeias de Xisto (16MAR2014)

Rota do Açor - Aldeias de Xisto (16MAR2014)

Rota do Açor - Aldeias de Xisto (16MAR2014)

Rota do Açor - Aldeias de Xisto (16MAR2014)

Rota do Açor - Aldeias de Xisto (16MAR2014)
Saídos da Cascata da Fraga da Pena, passámos por Coja, onde depois de uma cervejinha bem fresca, já quase o sol se punha.
Depois de se falar que a chegada a Lisboa seria a horas pouco próprias para jantar e que o melhor seria mesmo jantar pelo caminho, rapidamente se passaram 10 minutos a "discutir" onde parávamos para jantar.
Ora se falava em Lisboa, como em Santarém, como em Leiria... consultado o Google e cheguei à conclusão que o local onde gosto de almoçar/jantar em Leiria se encontrava encerrado ao Domingo à noite.
Ficou então decidido que pararíamos em Tentúgal para comer umas sandes e comprar uns doces para trazer como bandeira branca ao entrar em casa.
O companheiro Pedro tinha hora para chegar a casa e não nos faria companhia nesse "jantar", pelo que em Coimbra seguiria pela A1. Depois de uma paragem para despedidas, lembrei-me que pouco antes de chegar a Coimbra há por ali uns restaurantes que vendem algo que agradou a todos.
E lá tivemos que fazer o enorme esforço de tratar deste bicho:

Rota do Açor - Aldeias de Xisto (16MAR2014)
Pois é, um belo leitão vem sempre a calhar. E este estava uma delícia!
Pouco mais de 2 horas depois de jantar, chegávamos então a Lisboa, no meu caso com 633 Kms percorridos.
Fazer estas distâncias na Tiger é uma brincadeira. Então quando tal acontece na companhia de pessoal deste gabarito, com boa comida, boas estradas e paisagens de cortar a respiração, é a cereja no topo do bolo.
Venha o próximo...