Depois de atestados, seguimos caminho para a Fuzeta.
Já à saída, fomos brindados por uma seca na passagem de nível. Desconfio que os tipos fecharam as cancelas quando o comboio estava para sair de Lagos, tal não foi o tempo de espera.

[Crónica] Bifas in "Allgarve"

[Crónica] Bifas in "Allgarve"
Por fim lá apareceu o “Quim”:

[Crónica] Bifas in "Allgarve"
Daqui seguimos para Tavira, até que chegámos ao Forte do Rato, de onde se avista de um lado as Quatro Águas, onde se apanha o barco para a Ilha de Tavira e do outro lado a própria Ilha de Tavira:

[Crónica] Bifas in "Allgarve"

[Crónica] Bifas in "Allgarve"

[Crónica] Bifas in "Allgarve"

[Crónica] Bifas in "Allgarve"

[Crónica] Bifas in "Allgarve"
Daqui a Cabanas de Tavira é um pulinho:

[Crónica] Bifas in "Allgarve"

[Crónica] Bifas in "Allgarve"

[Crónica] Bifas in "Allgarve"

[Crónica] Bifas in "Allgarve"
A cada dia que passa, mais gosto desta Inglesinha:

[Crónica] Bifas in "Allgarve"
Lá saímos então em direcção a um dos pontos altos do dia…
O Pego do Inferno:

[Crónica] Bifas in "Allgarve"

[Crónica] Bifas in "Allgarve"

[Crónica] Bifas in "Allgarve"

[Crónica] Bifas in "Allgarve"
Algumas brincadeiras com a camera:

[Crónica] Bifas in "Allgarve"

[Crónica] Bifas in "Allgarve"

[Crónica] Bifas in "Allgarve"

[Crónica] Bifas in "Allgarve"

[Crónica] Bifas in "Allgarve"

[Crónica] Bifas in "Allgarve"
Do Pego do Inferno, seguimos por umas curvas que proporcionam alguma diversão, até passarmos junto de São Brás de Alportel. E daqui até Loulé faz-se num instante, sempre por boas estradas.
Este é o edifício do mercado de Loulé, que foi alvo de umas merecidas obras de recuperação:

[Crónica] Bifas in "Allgarve"

[Crónica] Bifas in "Allgarve"
Já na descida para Boliqueime, fomos contemplados com uns belos tons de laranja sobre a costa Algarvia:

[Crónica] Bifas in "Allgarve"
Apesar de ser praticamente de noite, ainda era cedo, pelo que houve ainda tempo para dar uma saltada a Silves.
Ao chegar ao Algoz, uma tipa com um Ford Escort a cair de maduro, vinha com uma condução nada certa, pelo que optei por deixá-la passar, não fosse ela passar-me a ferro.
Já depois do Algoz, na estrada que segue para Silves, demorou quase 4 horas para ultrapassar um carro da GNR e lá me fartei de a ter à minha frente e ultrapassei-a.
Qual não é o meu espanto, quando dou por mim a circular a 140, com ela na minha traseira.
Lá tive que dar parte de fraco a deixar a louca passar. Era traços contínuos, era curvas cortadas, etc…
Mulher do Diabo!!!
Lá chegámos a Silves e na encosta, ainda tentei tirar umas fotos, mas sem tripé depressa desisti da ideia.
Já junto à Sé e ao Castelo, a conversa foi outra:

[Crónica] Bifas in "Allgarve"

[Crónica] Bifas in "Allgarve"

[Crónica] Bifas in "Allgarve"

[Crónica] Bifas in "Allgarve"
De Silves a Alcccantarilha são pouco mais de 10 minutos de caminho e à nossa espera estava o Restaurante Típico Ti Teresa, que me proporcionou uma excelente refeição:

Depois do jantar, havia que desmoer e nada melhor que uma voltinha a pé por Pêra, a terra que em parte me viu crecer:

[Crónica] Bifas in "Allgarve"

[Crónica] Bifas in "Allgarve"

[Crónica] Bifas in "Allgarve"