Já conhecia e a a minha está a caminho... agora pessoal, vamos ser realistas, a precisão das leituras é a que é, não se pode querer o mesmo de um aparelho de umas centenas €€€.
Atenção, um leitor OBD não faz qualquer leitura, o protocolo OBD não funciona assim.A viatura em questão é que faz as leituras a única coisa que este gadget faz é transmitir o valor que a viatura apurou.Por exemplo, este leitor OBD não tem sensores de tensão, pressão, temperatura, etc. Seja um leitor de centenas de euros ou este o resultado é o mesmo.No entanto e, apesar deste protocolo ser obrigatório e genérico na industria automóvel, as marcas costumam ter ainda um "sub-nível" proprietário da marca que é usado para vários fins, como programação, garantias e estatísticas.Num caso que vi recentemente, um construtor pode saber, através de dados obtidos pelo interface proprietário OBD II, quantas vezes se abriu a mala do carro, distância média de utilização, tempo de inactividade e um longo "et cetera"Esses leitores OBD mais caros têm esse protocolo, nada mais.
Expliquei-me mal, sim este sensor é só um tradutor da informação passada, o que quis dizer é que existirá (aqui estou a supor) um erro associado a essa transmissão de informação.
A informação é enviada digitalmente, não via analógica. É como mandar uma foto entre dois telefones via bluetooth, podes manda milhares de vezes que o erro é zero.Quando é feito um emparelhamento, a comunicação é bidireccional e a informação é enviada por pacotes e verificada.
Com o manual de oficina pode-se verificar se pressões, temperaturas, tensões, estão dentro dos padrões.Podemos depois gerar um log (relatório?) que podemos comparar com membros aqui do clube para despiste de avarias.